terça-feira, 18 de maio de 2010

Essa noite pode terminar bem.

É bom quando cai a noite me fazendo companhia, traz consigo a saudade.
Mas aquela saudade boa já passou - é quando você se lembra e ainda consegue sorrir.
Toda palavra dita de tão longe e toda volta parece o mais certo.
 Sobra tanto espaço nesse abraço.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Nunca mais pra sempre.

 À partir de hoje não vou me apaixonar, aliás, vou sim.
 Mas vai ser pela dança.
Tudo de melhor, todo esforço...
E se for pra machucar - um gelo resolve.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

" O pão é realidade, o álcool imaginação."

Depois do álcool vêm a realidade.

Ó tristeza que é essa tal. A imaginação é tão mais empolgante, a coragem, a risada alta e as vontades. Confesso: não passo mais os dias sem imaginar.
Viva o álcool!
 O efeito passa e a consciência já chega pedindo lincença, Ela me diz que será breve. Só o tempo de tomar um café e ler o jornal. Que por sinal, já não traz notícias boas, os únicos adjetivos se referem ao corpo da última capa da PlayBoy.O resto é o resto, natureza revoltada, politicos nos revoltando... Mais um gole de café amargo pra curar a ressaca.
Sinto falta dos adjetivos nas mensagens que ouço.
Por isso meu copo sempre está meio vazio, ao som dos carros no meio da tarde. que ouço nos intervalos de uma música pr'a outra.
Viva o fone de ouvido!
À noite chega acompanhada de algumas pessoas conversando, reclamando, questionando... orações mal formuladas.
E no meio de tantas palavras, vozes, e movimentos permaneço parada, enquanto desenho um ponto de interrogação em cada olhar. Em todo o bar.
O caminho vem até mim,  deixo a cama me abraçar e esqueço que tenho que viver. Dentro da minha apatia ainda cabe espaço pro interesse mecânico, mais um dia.
Um café, por favor!
- Com lincença, posso ficar?
Ela diz, consciência.

domingo, 7 de março de 2010

Uma volta pela cidade.

Voltar seria uma boa ideia. Não tinha pensando em como o passado poderia provocar tal sentimento, uma rua me fez lembrar de dois anos de história. Que saudade absurda da minha vida.
Da minha vida com você!
O clima está o mesmo, as árvores, as ruas, as pessoas.. Mas muita coisa mudou.
Agora entendi porque não queria sair, não queria ver as pessoas, apenas não queria mais sentir saudade; essa saudade ruim que dói e deixa um ar de tristeza enquanto caminha pelas ruas da cidade.
Deus! como aqui é bonito, organizado e simples. Mas morar aqui, não mais. A gente se acomoda  e a vida se torna chata, ver as mesmas pessoas sempre, tudo muito perto e o mesmo bar já começa a repetir as músicas.
Gostaria de envelhecer aqui, e morrer em paz, sem os barulhos e a sujeira da capital.
Aprendi muita coisa, e me sinto mais forte, não senti nem o friozinho na barriga quando te vi, isso me deixou satisfeita. Mas te digo: vontade ainda tenho, de você.
Enquanto isso, caminho pelas ruas da cidade, lembrando do antes e imaginando o depois.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Tio Joaquim.

Morrer não dói; mas a saudade machuca muito.
Nunca vou esquecer do seu sotaque forte e o jeito que pronunciava meu nome.
Agora tem sua nuvem no céu, ela deve ser bem confortável, tenho certeza que irá se sentir como n'um abraço dela; de sua amada.

Saudades.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Bruno.

Não me lembro como o conheci, mas lembro dele a cada sorriso meu. Lembro dele com tanta intencidade, que sinto vontade de ouvir a mesma música; várias vezes.


Oito meses praticamente morando juntos, oito meses distântes.

A saudade é grande, mas nós sabemos usar nossa juventude, a cada gole, a cada música.

Amigo!

Amo você, Bruno; André.